quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

DESIGUALDADES DIGITAIS



     Atualmente, é quase impossível pensar nos ambientes de trabalho, de entretenimento, nas relações sociais, econômicas ou na educação sem nenhuma interação com o meio digital. Basta observar, em nosso dia a dia, a maneira pela qual nos relacionamos com as pessoas e com os serviços que utilizamos.

     A presença de recursos digitais está nas mais diversas áreas: aparelhos celulares, computadores, internet, redes sociais, jogos, streaming de música e vídeo, entre tantos outros exemplos em nossa rotina.

     No entanto, o acesso aos meios digitais é desigual para uma parcela da população mundial. Basta considerar a realidade do nosso país, que nem todos os brasileiros conseguem navegar pela internet quando quer. Além disso, muitos não têm a consciência de o quanto se expõem em suas interações virtuais.

     Tudo isso é um reflexo das diversas categorias da desigualdade, como escolaridade, renda, segmentação espacial, raça, gênero, condições de atividade e idade. Assim como diversas de desigualdade, o acesso às tecnologias digitais no cotidiano das pessoas gera incluídos e excluídos, dependendo das condições econômicas, pessoais, culturais e sociais.

      Nesse contexto de extrema exposição ao ambiente digital com diferentes realidades de acesso e de atendimento, em 2023 foi aprovada a Lei n. 14.533, de Política Nacional de Educação Digital (Pned), que propõe o estudo da Educação Digital nas escolas.


ATIVIDADE

1- Qual é a origem da desigualdade no Brasil?

2- Como a desigualdade está relacionada à desigualdade social?

3- Como as tecnologias digitais podem intensificar a desigualdade social no Brasil?

4- Você considera o estudo da educação digital importante para a formação do cidadão nos dias atuais? Expliquee:


 

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