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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

O QUE É ANOREXIA?


O QUE É ANOREXIA?


Anorexia é um distúrbio alimentar que, cada vez mais , nos últimos anos, acomete adolescentes. Tome cuidado, pois na busca por padrões estéticos ditados pela mídia e pelas tendências vigentes, que sublima as pessoas magras,está atingindo em maior número as meninas, alvo principal da anorexia.

Veja alguns sintomas:

- mudança brusca de padrão alimentar.

- cessão da menstruação.

- desejo de continuar perdendo peso, mesmo depois de emagrecer.

- simulação de que está comendo quando, na realidade, não está.


E o que você acha da ditadura da beleza? Escreva aí nos comentários.

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

O QUE SÃO COLINAS?

 

Colina (hill)



       Colina é uma pequena elevação da superfície, em geral côncavo-convexa, com altitude que não excede 50 metros. É encontrada em depressões e topos de planaltos; a colina é uma forma de relevo bastante suavizada em virtude de processos erosivos.


Fonte: Terra: Feições e Ilustrações

O QUE SÃO CHAPADAS?

 


Chapada constitui-se a designação dada a um planalto sedimentar com camadas horizontais ou suborizontais estratificadas, topos aplainados, com topografia acima de 600 metros.


    Fonte: Terras: feições ilustradas

  • Formação Geológica: São grandes planaltos, também chamados de altiplanos, que se formaram pela erosão em regiões de relevo elevado.
  • Características: Possuem superfícies planas no topo, frequentemente com vegetação rasteira, e encostas íngremes. A origem está ligada a processos como choques tectônicos e ação de agentes externos como vento e água.
  • Ecologia e Biodiversidade: As chapadas abrigam uma grande diversidade de flora e fauna, com muitas espécies raras e ameaçadas. São importantes para a preservação da biodiversidade e para a segurança hídrica, pois abrigam nascentes que alimentam rios.
  • Atrações e Atividades: São destinos populares para o ecoturismo, oferecendo trilhas, cachoeiras, grutas e paisagens ideais para observação da natureza.
  • Principais Exemplos no Brasil:
    • Chapada Diamantina (BA)
    • Chapada dos Veadeiros (GO)
    • Chapada dos Guimarães (MT)
    • Chapada das Mesas (MA)
    • Chapada do Araripe (CE)
    • Chapada dos Parecis (MT)
    • Chapada do Guarani (SP) 

    • Fonte : AI Google.


quinta-feira, 11 de setembro de 2025

O QUE É GOLPE DE ESTADO?

 




Golpe de Estado é a destituição ilegal, seja por meio da força das armas ou de uma ação política e jurídica ilegal, de um governo legitimamente constituído.

"Golpe de Estado é a destituição ilegal de um governo que foi legalmente constituído. Essa destituição pode ser realizada por intermédio de manobras políticas e jurídicas, bem como pela intimidação com o uso de armas. Por meio de um golpe, as instituições e a democracia são atacadas para que um novo governo seja formado à força."

"Existem grandes diferenças entre golpes de Estado e revoluções, pois os golpes não visam à manutenção do status quo, não promovem transformações nas estruturas da sociedade e, em geral, representam os interesses das elites econômicas. Ao longo da história republicana do Brasil, alguns golpes foram realizados."

"Resumo sobre golpe de Estado

Golpe de Estado é a destituição ilegal de um governo eleito democraticamente.

Essa destituição pode acontecer pelo uso da força militar ou por meio de manobras políticas e jurídicas.

Os golpes de Estado são realizados com apoio das elites econômicas.

Não promovem alteração do status quo.

Ao longo da história brasileira, aconteceram golpes de Estado em algumas ocasiões, como em 1930, 1937, 1964 e 2016.

O que é golpe de Estado?

O golpe de Estado é o ato de destituir à força ou de maneira ilegal um governo constituído de maneira democrática e legal (do ponto de vista da lei). Em outras palavras, o golpe de Estado é a derrubada de um governo por meio de artifícios ilegítimos para que um novo governo possa assumir o poder de um Estado.

Um golpe de Estado é muito relacionado com uma ação militar que derruba por meio do poder das armas de fogo um governo legalmente constituído para estabelecer um governo controlado pelos militares ou um governo civil aliado a eles. Entretanto, um golpe de Estado também acontece por meio de manipulação da Justiça e da política.

Sendo assim, quando a Justiça toma decisões inconstitucionais para consolidar a destituição de um governo ou quando o sistema político age de maneira ilegal, isso também é entendido como golpe de Estado. Também trata-se de um golpe quando um governo instituído se recusa a sair do poder após ser derrotado em uma eleição e mantém-se no poder ilegalmente. Para esses casos, pode ser usado o termo “autogolpe”.

Muitas vezes, golpes de Estado contam com apoio popular, mas esse apoio à destituição de um governo democraticamente eleito não altera a definição de golpe de Estado. Portanto, um golpe continua sendo entendido como um golpe mesmo com o apoio popular. Esse apoio pode ser obtido por meio de manipulação das informações ou simplesmente pelo desrespeito da população ao sistema democrático.

"Golpes de Estado são entendidos como ações realizadas pela elite, pois são conduzidos por um grupo específico que detém poderio político e econômico que visa à instalação de um governo que mais agrade aos seus interesses. Além disso, golpes de Estado não promovem alterações no status quo, contribuindo, na verdade, para a adoção de medidas de austeridade e acentuação da desigualdade social."


FONTE:https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-e-golpe-estado.htm

O QUE É LIBERALISMO ECONÔMICO?

 


O liberalismo económico é uma ideologia económica que defende a não intervenção do Estado na economia, promovendo a autonomia de indivíduos e empresas na tomada de decisões económicas. Os seus princípios fundamentais incluem a liberdade de mercado, o respeito pela propriedade privada e a busca pela livre competição, acreditando que a riqueza de uma nação reside na sua capacidade de produzir bens e serviços.

Princípios chave:
Não intervencionismo estatal:
O Estado deve ter um papel mínimo na economia, limitando-se a funções essenciais como defesa, administração da justiça e obras públicas.

Liberdade de mercado:
As decisões econômicas devem ser tomadas por indivíduos e empresas, com o mínimo de regulamentação governamental, permitindo que a oferta e a procura determinem os preços e a produção.

Propriedade privada:
O direito à propriedade privada é um pilar, pois os indivíduos são vistos como os melhores gestores dos seus recursos e propriedade.

Livre competição:
A competição entre as empresas e os indivíduos é vista como o motor da eficiência e da inovação, levando a uma maior produção de riqueza.

Objetivo:
O principal objetivo é organizar a economia em linhas individualistas, onde as decisões de produção e consumo são tomadas pelos agentes econômicos de forma livre e autônoma, sem a interferência de organizações coletivas ou do Estado.

Evolução:
Embora tenha sido um conceito fundamental ao longo do tempo, o termo "liberalismo econômico" passou por diferentes interpretações, sendo que, a partir da década de 1980, ganhou destaque a doutrina do neoliberalismo, que enfatiza a liberdade absoluta de mercado e uma restrição ainda maior da intervenção estatal.

quinta-feira, 12 de junho de 2025

O QUE É PLANALTO?



          Planaltos são constituídos por superfícies topográficas irregulares. sua origem associa-se à processos erosivos que, prolongando-se por longo tempo, ressaltam relevos residuais. Estes podem apresentar configurações variada, ou seja, formarem-se por um conjunto de morros, colinas, serras e chapadas.





terça-feira, 27 de maio de 2025

O QUE É UMA BACIA SEDIMENTAR?

 


           Bacias sedimentares são áreas deprimidas preenchidas por material detrítico carreado de áreas circunjacentes. Nestas depressões os estratos, normalmente, são concordantes e mergulham da periferia ao centro da bacia, onde os detritos depositam-se por superposição. As bacias sedimentares podem ser classificadas em intracratônicas ou pericratônicas.

         A bacias sedimentar intracratônica é uma depressão da superfície do cráton ou plataforma, localizada nas áreas mais centrais.

         A bacia sedimentar pericratônica é uma depressão da superfície do cráton ou plataforma, localizada nas suas áreas mais periféricas .


Fonte: Terra: Feições e Ilustrações, 2º ed. 2003.

quinta-feira, 8 de maio de 2025

O QUE É EMPREENDEDORISMO?


Empreendedorismo
é a capacidade de criar algo novo, seja um negócio, um produto, um serviço ou uma solução para um problema, assumindo riscos e buscando oportunidades para gerar valor. Em resumo, é a ação de transformar uma ideia em realidade, com foco em inovação e resultados.

Mais Detalhes:
Criar algo novo:
O empreendedorismo vai além de simplesmente abrir uma empresa. Pode envolver a criação de produtos, serviços, processos ou mesmo a reformulação de algo já existente.
Assumir riscos:
A jornada do empreendedor é cheia de incertezas e desafios, exigindo coragem para tomar decisões e enfrentar obstáculos.
Buscar oportunidades:
O empreendedor identifica necessidades e lacunas no mercado, buscando soluções inovadoras que agreguem valor para o cliente e para a sociedade.
Gerar valor:
O objetivo do empreendedorismo é criar algo que seja útil, relevante e que traga resultados positivos para todos os envolvidos.

Exemplos:

Criar uma nova empresa de tecnologia que revolucione um setor.
Desenvolver um produto que resolva um problema específico de forma inovadora.
Inovar em um processo já existente, tornando-o mais eficiente e produtivo.
Criar um novo modelo de negócio que atenda a um mercado específico.
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segunda-feira, 5 de maio de 2025

O QUE O ESTADO ISLÂMICO?

"O Estado Islâmico do Iraque e Levante (EI) é um califado com atuação terrorista que controla regiões no Iraque e na Síria e baseia sua ideologia em interpretações radicais de determinados princípios do Islamismo. Esse califado – um Estado que é governado por uma autoridade religiosa, o califa – foi criado em 29 de junho de 2014 e espalha o terror sobre a população das regiões que controla, perseguindo minorias e organizando ataques terroristas em outras partes do mundo."

"Surgimento do Estado Islâmico

O surgimento do Estado Islâmico está diretamente relacionado com a instabilidade gerada pela guerra no Iraque após a invasão norte-americana em 2003. Esse cenário permitiu que grupos jihadistas fossem instalados e desenvolvidos livremente nesse país. Entre esses grupos está a Al-Qaeda, que se instalou no Iraque em 2004 e foi liderada pelo jordaniano Abu Musab Al-Zarqawi (morto em 2006). Com o início da guerra civil iraquiana em 2006, o grupo rompeu com a Al-Qaeda e concentrou suas atenções no Iraque. A partir da Primavera Árabe e da onda de protestos espalhados pelas nações árabes, o Estado Islâmico viu a oportunidade de instalar-se na Síria e, com o início da guerra civil síria, o grupo passou a atuar tanto nesse país quanto no Iraque.


Ideologia do Estado Islâmico



Na bandeira do Estado Islâmico, consta em árabe: “Não há deus a não ser Deus, Maomé é o mensageiro de Deus”.

Atualmente liderado pelo autodeclarado califa Abu Bakr al-Baghdadi, o Estado Islâmico impõe a sharia, a lei islâmica, nos territórios dominados e persegue minorias religiosas, além de lutar contra outros grupos islâmicos. A origem ideológica desse grupo é baseada no wahabismo, doutrina de Al-Wahhab que defendia uma interpretação literal do Corão e de outros escritos sagrados do Islamismo. O wahabismo também é a ideologia oficial da Arábia Saudita, nação árabe mais rica e poderosa atualmente. Desde que a Arábia colocou-se como uma influente nação, passou a exportar sua ideologia e a inspirar inúmeros grupos fundamentalistas islâmicos que também defendem a interpretação literal dos textos religiosos e a imposição da sharia. Na Europa, essa ideologia encontra espaço nas comunidades islâmicas que, em geral, sofrem com bastante preconceito e dificuldade de integração."

"Violência como arma do Estado Islâmico

A violência do Estado Islâmico é utilizada para impor o medo e, por conseguinte, o respeito nas regiões que controlam. Com o rígido controle da sharia, o grupo impõe punições pesadas a todos aqueles que não seguem o Corão, além de perseguir e matar cruelmente qualquer tipo de minoria, como cristãos, curdos, yazidis, homossexuais etc. Desde a criação do califado em 2014, várias execuções nas regiões dominadas e atentados terroristas em algumas partes do mundo foram realizados pelo Estado Islâmico (muitas dessas ações foram noticiadas pela mídia). Entre os objetivos do grupo, estão a dominação global e a imposição da sharia. Atualmente o EI domina importantes cidades iraquianas e sírias e possui bases estratégicas em outros locais, como na Líbia e no Iêmen.

Seus seguidores conseguem manter sua jihad, ou guerra santa, com a venda de barris de petróleo, tráfico de mercadorias e doações de simpatizantes de várias partes do mundo. Em estimativas recentes, o Estado Islâmico figurou com cerca de 2 bilhões de dólares em recursos e um número de membros próximos a 50 mil."



Veja mais sobre "O que é Estado Islâmico?" em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-e-estado-islamico.htm

sexta-feira, 2 de maio de 2025

O QUE É CAPITALISMO?



Capitalismo é um sistema em que predomina a propriedade privada e a busca constante pelo lucro e pela acumulação de capital, que se manifesta na forma de bens e dinheiro. Apesar de ser considerado um sistema econômico, o capitalismo estende-se aos campos políticos, sociais, culturais, éticos e muitos outros, compondo quase que a totalidade do espaço geográfico.
A base para formação, consolidação e continuidade do sistema capitalista é a divisão da sociedade em classes. De um lado, encontram-se aqueles que são os proprietários dos meios de produção, a burguesia; de outro, encontram-se aqueles que vivem de sua força de trabalho, através do recebimento de salários: os proletários. No caso do meio agrário, essa relação também se faz presente, pois os donos das terras, geralmente latifundiários, ganham lucros sobre os trabalhos dos camponeses.
Com a era da Globalização, o sistema capitalista tornou-se predominante em praticamente todo o mundo. Porém, as suas fases e etapas de desenvolvimento não ocorrem de forma igualitária na totalidade do espaço mundial, isso porque a sua lógica de produção e reprodução é puramente desigual. Assim, algumas nações apresentam estágios mais avançados de capitalismo e outras apresentam os seus aspectos ainda iniciais. Para conhecer essas fases e aspectos, torna-se importante conhecer o surgimento e a história do capitalismo.

Surgimento e desenvolvimento do sistema capitalista

O processo de surgimento do capitalismo foi lento e gradual, iniciando-se na chamada Baixa Idade Média (do século XIII ao XV), com a formação de pequenas cidades comerciais, denominadas burgos. Essas cidades desafiavam a ordem então vigente na época, a do feudalismo, em que a Europa era repartida em vários feudos, cada um comandado exclusivamente pelo seu Senhor Feudal. A usura era condenada pela Igreja Católica, a instituição mais poderosa na Idade Média, o que dificultava, ainda mais, o nascimento do novo sistema que se encontrava em emergência.
Com o passar do tempo, o poder da classe que comercializava nos burgos, a burguesia, foi se expandido e o acúmulo de capital difundiu-se. Tal fator, associado ao crescimento dessas cidades e ao consequente processo de relativa urbanização da Europa, além de fatores históricos (como as Cruzadas), provocou uma gradativa derrocada do sistema feudal e o surgimento do capitalismo. O principal evento que marcou a formação desse novo modelo econômico de sociedade foi a realização das Grandes Navegações no final do século XV e início do século XVI.
Com a sua formação, o novo sistema passou por três principais fases de desenvolvimento, a saber: o capitalismo comercial, o industrial e o financeiro.

Capitalismo Comercial

Em seu período de surgimento e consolidação, o capitalismo ainda não conhecia a industrialização e, tampouco, a formação de grandes adensamentos urbanos. Sendo assim, a economia nesse período era essencialmente centrada nas trocas comerciais e a riqueza
das nações era medida pelo acúmulo de matérias-primas e especiarias ou a capacidade de se ter acesso a elas. Por isso, o período que vai do século XVI a meados do século XVIII é chamado de Capitalismo Comercial.
O modelo econômico praticado nesse período foi chamado de Mercantilismo e caracterizava-se pelo fortalecimento dos Estados Nacionais e sua forte intervenção na economia. Seu papel era assegurar a máxima acumulação de lucros por parte da burguesia e da aristocracia, bem como disputar os mercados internacionais e o melhor acesso a matérias-primas. As premissas básicas do mercantilismo eram: a) busca por matérias-primas a baixo custo; b) produção de mercadorias manufaturadas; c) metalismo (acúmulo máximo de metais preciosos) e d) a busca pela balança comercial sempre favorável, ou seja, exportar e vender mais do que importar e comprar.

Capitalismo Industrial

Os dois fatores históricos que ocasionaram a transição do capitalismo comercial para o capitalismo industrial foram a Revolução Industrial (1760-1820) e a Revolução Francesa (1789-1799). Tais acontecimentos permitiram a estabilização do poder nas mãos da burguesia, centrando a economia na principal atividade desenvolvida e administrada por essa classe: a industrialização.
Nesse período, a Europa, principalmente a Inglaterra, exerceu um grande poder sobre o mundo, sob a ótica do colonialismo e do imperialismo, ao importar as matérias-primas das periferias e colônias do planeta e, depois, exportar os seus produtos industrializados. Esse continente também passou por intensivos processos de industrialização, formando grandes cidades que, de início, não dispunham de grandes condições estruturais, apresentando uma grande quantidade de miseráveis e moradias precárias.
O crescimento da burguesia representou a máxima expressão das desigualdades socioeconômicas
O crescimento da burguesia representou a máxima expressão das desigualdades socioeconômicas
O modelo econômico predominante nesse período foi o liberalismo econômico, elaborado por Adam Smith e que preconizava a mínima intervenção do Estado nas práticas econômicas. Tal posição consolidou o máximo poder da burguesia, uma vez que seria ela – na figura do Mercado – quem controlaria o andamento da economia.

Capitalismo Financeiro ou Monopolista

A transição do capitalismo para a sua fase financeira ocorreu através do processo de investimento do capital bancário sobre o capital industrial. Tal fator propiciou o surgimento de grandes empresas, que passaram a se dividir em ações que eram negociadas como mercadorias, sendo mais valorizadas à medida que os lucros das empresas se ampliassem.
Com isso, a economia não estava mais centrada nas práticas industriais, mas nas práticas especulativas e financeiras. A busca pela acumulação de capital intensificou-se e alcançou patamares jamais vistos na história da humanidade.
Com a crise de 1929, o modelo econômico foi alterado e o sistema keynesiano passou a ser hegemônico. Esse sistema foi elaborado pelo economista inglês John Maynard Keynes, que preconizava o retorno ao chamado “Estado Forte”, isto é, com a sua máxima intervenção na economia. Esse modelo era também chamado de Welfare State (Estado do bem-estar social) e visava ao máximo consumo a fim de abastecer as indústrias e gerar mais empregos.
Nesse período também surgiram e se expandiram as Transnacionais, também chamadas de Multinacionais ou Empresas Globais, que rapidamente se instalaram em vários países, principalmente os subdesenvolvidos, em busca de matéria-prima, mão de obra barata e ampliação do mercado consumidor. Essas empresas, cada vez mais, dominam o mercado internacional, monopolizando-o.
A partir dos anos 1980, o keynesianismo entrou em derrocada em benefício do neoliberalismo, que retomava o ideal da mínima participação do Estado na Economia, que deveria apenas atuar para assegurar a reprodução do sistema e salvar o mercado de eventuais crises econômicas.
Atualmente, apesar de alguns livros e autores apontarem o surgimento de um capitalismo informacional, a maioria dos economistas defende que ainda nos encontramos na fase financeira do sistema capitalista. O chamado meio-técnico-científico-informacional é visto como um potente instrumento de mundialização do capitalismo e de sustentação de suas atuais características.

Por Me. Rodolfo Alves Pena

O QUE É CONTINENTE?

O que é continente


Continente é um grande espaço de terra cercado por água. Como cerca de 75% da superfície terrestre é coberta por oceanos, é fácil de notar o aparecimento de grandes territórios, que são difíceis de serem considerados ilhas. Então, os geógrafos definiram essas grandes porções de terra como continentes.


A palavra “continente” deriva das palavras em latim continens entis, que significam “contínuo, ininterrupto”. Assim, na geografia, são classificados como continente qualquer faixa de terra contínua maior que a Groenlândia. Dessa forma, existem dois tipos de continentes:


  1. Físicos: faixas de terra grandes e ininterruptas, logo os continentes nessa classificação são a América, Austrália, Antártida e Eufrásia (junção da Europa, Ásia e África);
  2. Políticos: conjunto de países de uma certa região que tem certa similaridade cultural e política entre si, podendo incluir arquipélagos e ilhas. Dessa forma, os continentes são a África, América, Ásia, Europa, Oceania e Antártida.


Geralmente, a divisão política é a mais utilizada. Por vezes, também incluem dessa divisão a separação do continente americano em América do Norte e América do Sul.


Qual é o maior continente do mundo


Considerando a divisão política dos continentes, o maior continente do mundo é a Ásia, com quase 44 milhões de km², ocupando mais de 29% da superfície não ocupada por água.


A Ásia também é o continente com maior população do planeta, com quase 4 bilhões de habitantes. Além disso, alguns dos maiores países do mundo em território ficam na Ásia, como a Índia, a China e a maior parte da Rússia.


Mapa político da Ásia, maior continente do planeta.


Depois das Ásia, os maiores continentes, por ordem de tamanho territorial, são a América, a África, a Antártida, a Europa e a Oceania.


Qual é o continente do Brasil


Brasil fica localizado na América, mais especificamente na América do Sul. Entre os países do continente americano, o Brasil é o terceiro maior em área, sendo o maior da América do Sul. Além disso, duas das maiores regiões metropolitanas da América são no Brasil, sendo as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro.


Mapa político da América, continente em que o Brasil está localizado


Outra divisão feita frequentemente no continente americano é a cultural, que separa os Estados Unidos e o Canadá da região da América Latina. Essa região engloba os países que foram colonizados majoritariamente por portugueses e espanhóis e que falam línguas românicas (espanhol, português e francês). Portanto, a América Latina agrupa o México, a América Central e a América do Sul, logo, o Brasil também.


Curiosidades


  • Os cientistas acreditam que, entre 136 milhões e 65 milhões de anos atrás, existia um único continente, chamado de Pangeia;
  • Assim, a divisão desse supercontinente foi o que deu origem aos continentes atuais e às placas tectônicas;
  • A Antártida é considerada o maior deserto do mundo, já que o continente possui quase 14 milhões de km² ocupados somente por gelo;
  • A única massa de terra maior que a Groenlândia na Oceania é ocupada totalmente pela Austrália, o restante do continente é formado por ilhas do Oceano Pacífico;
  • O menor país do mundo fica na Europa: o Vaticano;
  • O ponto mais alto e o mais baixo do planeta ficam na Ásia: o monte Everest (8.840 metros acima do nível do mar) e o Mar Morto (395 metros abaixo do nível do mar).

quarta-feira, 30 de abril de 2025

O QUE É MONTANHA?

O que é montanha?



O que é?
Para compreender o que é montanha, é preciso conhecer os processos de constituição desse tipo de relevo.

Montanha é uma forma de relevo que se caracteriza pela elevada altitude. Existem algumas formas de definir o que é uma montanha e classificá-la. Com base nas classificações mais aceitas no meio científico, convencionou-se afirmar que no Brasil não existem montanhas.

Cordilheiras


Quando as montanhas estão em um conjunto extenso, são chamadas de cordilheiras ou de cadeias de montanhas. São paisagens espetaculares que atraem muitos alpinistas.

Veja algumas das principais cordilheiras do planeta:

  • Andes – na América do Sul
  • Himalaia – na Ásia
  • Montanhas Rochosas – na América do Norte
  • Alpes – Na Europa

As montanhas variam de acordo com a altitude, a origem, a idade e o aspecto. Aqui classificaremos as montanhas de acordo com a sua idade e origem.

Montanhas jovens


As montanhas de vales profundos, picos pontiagudos e elevadas altitudes possuem origem geológica recente. Formam cadeias de montanhas que se estendem por centenas de quilômetros. Exemplos desse tipo de montanha são os Andes, Himalaia e Alpes.

A Cordilheira dos Andes, na América do Sul, é formada por montanhas jovens, que foram formadas pela colisão das placas tectônicas
A Cordilheira dos Andes, na América do Sul, é formada por montanhas jovens, que foram formadas pela colisão das placas tectônicas

As montanhas jovens – dobramentos recentes – resultam da colisão de placas tectônicas ocorrida nos últimos 25 milhões de anos. São resultantes de falhamentos, dobramentos e vulcanismo, e a maior parte delas, na atualidade, continua sofrendo soerguimento ao mesmo tempo em que é submetida à ação dos agentes exógenos do relevo.

Montanhas antigas

Também conhecidas como maciços antigos, as montanhas mais velhas são constituídas por rochas magmáticas e metamórficas e já passaram por intenso processo de intemperismo e erosão. Exemplos desse tipo de montanha são os Alpes Escandinavos, os Montes Apalaches e os Montes Urais.
Ao contrário das montanhas jovens, os maciços antigos apresentam cumes arredondados e áreas rebaixadas em razão do desgaste a que foram submetidos durante milhões e milhões de anos.
Grandes montanhas do Planeta – localização e altitude
  • Monte Everest – Ásia – 8.848 m
  • Aconcágua – América do Sul – 6.960 m
  • Kilimanjaro – África – 5.892 m
  • Elbrus, Europa – 5.642 m
  • McKinley – América do Norte – 6.194 m
  • Maciço Vinson – Antártida – 4.892 m
  • Pirâmide Carstensz – Oceania – 4.884 m

Por Amarolina Ribeiro
Graduada em Geografia

As montanhas diferenciam-se pela altitude mais elevada em relação às outras formas de relevo
As montanhas diferenciam-se pela altitude mais elevada em relação às outras formas de relevo 

FONTE: BRASIL ESCOLA

O QUE DIZER

  o que quero dizer com isso  é perdi tantos e tantos anos da  minha vida estando muito exausta/ cansada de fome/ deprimida/ triste demais p...