quinta-feira, 21 de agosto de 2025

EXERCÍCIO ESTADOS UNIDOS

 Questionário

1- A Doutrina Monroe oi estabelecida em 1823 pelo presidente James Monroe. O que significou essa doutrina para a América central?

A Doutrina Monroe justificou as intenções intervencionistas dos Estados Unidos na América Central, validando seu domínio ideológico e político na região e contribuindo para o status de dependentes que caracteriza os países centro-americanos.

2- O termo corolário contém uma conotação de continuidade, prosseguimento. o que foi o corolário Roosevelt?

3- Uma das ações mais efetivas e marcantes da Doutrina Monroe e que se deu sob o governo Roosevel está relacionada ao Canal do paraná. Explique o contexto de construção e uso do Canal do panamá.

4- Em 1901, foi aprovada a menda Platt. O que foi essa emenda e qual sua relação com a Doutrina Monroe?



LOGO postarei as respostas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

FONTES DE ENERGIA

 



AS FONTES ENERGÉTICAS

     A energia tem a função básica e fundamental na organização social e na produção econômica. A Revolução Industrial teve como base o uso de energia obtida pela queima do carvão. Na chamada segunda revolução Industrial, no século XIX, a eletricidade e o motos à explosão reconfiguraram as formas de produção possibilitando novas formas de aquecer os ambientes, movimentar as máquinas, os veículos de transporte e intensificar as formas de comunicação. A energia pode ser obtida a partir de diferentes fontes, denominadas fontes energéticas, que são classificadas como:

Fontes primárias: energia dos  recursos naturais, como água de rios, mares e oceanos; madeira; petróleo; gás natura; carvão mineral etc.

Fontes secundárias: Obtidas a partir da transformação das fontes primárias em altos fornos, refinarias e usinas. As fontes primárias transformadas geram energia secundária, como eletricidade, que pode ter origem hidrelétrica (a partir da água), termelétrica ( a partir do carvão e do petróleo) ou nuclear ( a partir do urânio), por exemplo.

Fontes renováveis: Cujo o tempo de recomposição (tempo em que cada fonte leva para se recompor naturalmente no planeta) é relativamente curto em relação ao tempo de vida humano. Exemplos: hidreletricidade, lenha, derivados da cana-de-açúcar, entre outros.

Fontes não-renováveis: Fontes que não podem ser regeneradas após seu esgotamento. Exemplos: petróleo, gás natural,carvão mineral, urânio e outros minerais.

A demanda por energia aumenta em todas as regiões do globo por diversos fatores: a população mundial continua a crescer e mais pessoas tem acesso ao consumo de energia. além disso, muitos que não o tem podem começar a usufruí-lo. E a maior demanda continua sendo por energia primária.

MAIORES PRODUTORES DE ENERGIA NUCLEAR (2016)

  1. Estados Unidos
  2. França
  3. Rússia
  4. Coréia do Sul
  5. Alemanha
  6. China
  7. Canadá
  8. Ucrânia
  9. Reino Unido
  10. Suécia
     O conjunto dos recursos naturais de energia oferecidos em um determinado país ou região é denominado matriz energética. podemos dizer , então, que a matriz energética de uma determinada região ou país pode ser formada por diversas fontes, ou seja, advém de diferentes recursos energéticos. A análise da matriz energética ao longo do tempo indica como e quais recursos naturais o país ou região está utilizando. isso pode auxiliar no planejamento energético para o uso de gerações futuras.
     
Fonte: De Agostini Geografia,3/3/2016.



     


TIPOS DE INDÚSTRIA

 Assunto sobre tipos de industria na imagem abaixo.



sábado, 12 de julho de 2025

INDÚSTRIA MUNDIAL

 



1- AS REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS

     Não é fácil datar a Revolução industrial. Embora o uso de algumas manufaturas a vapor para bombeamento de água em minas seja observado no começo do século XVIII, é a partir da segunda metade do século que a Revolução Industrial tornou-se mais perceptível. Desde que se iniciou, o processo é contínuo e desenvolve-se até os dias atuais, marcados por uma dinâmica renovação tecnológica. Dividimos em três estágios, cada um contemplando e aprimorando o outro.

     A Revolução Industrial foi mais visível na Inglaterra, no final do século XVIII. A substituição do trabalho manual pela maquinofatura e a das ferramentas por máquinas do setor fabril marcaram o início do período. A  invenção de uma sofisticada máquina a vapor para a época, por James Watt, em 1768, também foi importante para esse conjunto de mudanças que se expandia. O setor têxtil foi o primeiro a incorporar  as máquinas no processo de produção, seguido pelo setor de transportes (locomotivas e navios), que igualmente passou a incorporar o vapor como força motriz: era a revolução das comunicações terrestres e marítimas.

     A substituição de energia humana e de tração animal por uma força motriz, movida em primeiro momento pela energia hidráulica e, em segundo momento, pelo carvão, também marcou esse primeira etapa, pois trouxe novos contornos ao capitalismo.



     A transformação de um sistema de produção domiciliar têxtil para a produção fabril não poderia ter ocorrido sem implicações políticas e conflitos culturais. A nova organização da produção exigia disciplina de horários e supervisão, seguidos por uma divisão de funções. Era uma grande mudança na cultura do século XVIII. As sucessivas ondas de inovações técnicas pautariam os anos vindouros.

     No fina do século XIX e início do século XX, iniciou-se a Segunda Revolução Industrial com o advento da eletricidade e do petróleo como novos ingredientes energéticos, redimensionando a dinâmica industrial, que se tornaria bem mais complexa que a primeira revolução.  Surgem os primeiros altos-fornos e as siderúrgicas, as indústrias químicas e o setor metalúrgico e as máquinas laminadoras produtoras de chapas de alumínio, níquel e cobre. A Inglaterra nessa fase perde a vanguarda da indústria para novos centros, como Alemanha, França e  Estados Unidos.

     O final do século XIX testemunhou a invenção do telefone e dos primeiros sinais do rádio; alguns anos depois, já no começo do século XX, vieram os primeiros aviões, o automóvel, o elevador, a geladeira, entre outros novos engenhos, produtos dessa nova fase da Revolução Industrial.

     A Terceira Revolução Industrial data da segunda metade do século XX (período do pós-guerra) e é caracterizada pela incorporação científica ao processo industrial. Estendida aos demais setores além da própria indústria, como comunicações e serviços, também é denominada Revolução Pós-industrial.]

     Essa fase foi marcada pela Guerra Fria ( 1945-1991), e abusca pela hegemonia geopolítica forçava os Estados Unidos e a União Soviética  a uma corrida tecnológica em setores estratégicos, como o espacial, o militar e o atômico, o que impulsionou o desenvolvimento industrial. Foi nessa fase que aconteceu a corrida espacial e iniciou o desenvolvimento de satélites, aviões propulsores, sistemas de radares e energia nuclear, alem de serem registrados os primórdios da informática e da internet, o aprimoramento da indústria química, como os variados tipos de plásticos, a robótica e a biotecnologia. 

MODELOS DE PRODUÇÃO

     Desde o advento da primeira Revolução Industrial, empresários e industriais preocuparam-se em racionalizar a produção, visando tirar melhor proveito do tempo e da função do trabalhador. Algumas das formas de aumentar a produtividade foram o taylorismo, o fordismo e o toyotismo.

TAYLORISMO

O taylorismo, também conhecido como administração científica, é um sistema de organização do trabalho focado na eficiência, desenvolvido por Frederick Winslow Taylor no início do século XXEle propõe a divisão do trabalho em tarefas simples e repetitivas, a padronização de métodos e a supervisão rigorosa, com o objetivo de aumentar a produtividade. 
Principais características do taylorismo:
  • Divisão do trabalho:
    O trabalho é dividido em tarefas simples e repetitivas, cada trabalhador executa uma única função. 
  • Especialização:
    Cada trabalhador se especializa em uma tarefa específica, o que aumenta a eficiência. 
  • Padronização:
    Métodos de trabalho são padronizados para garantir eficiência e uniformidade. 
  • Monitoramento:
    Os trabalhadores são supervisionados de perto para garantir que sigam os padrões estabelecidos. 
  • Remuneração por produção:
    O salário é frequentemente baseado na produção, incentivando os trabalhadores a serem mais eficientes. 
Críticas ao taylorismo:
  • Desumanização do trabalho:
    A divisão do trabalho pode levar à monotonia e à perda de sentido no trabalho. 
  • Expropriação do conhecimento:
    O conhecimento sobre o processo produtivo é centralizado na gerência, afastando os trabalhadores da tomada de decisão. 
  • Dificuldade de adaptação:
    O taylorismo pode ser inflexível e ter dificuldades em se adaptar a mudanças no mercado. 
Influência do taylorismo:
O taylorismo teve uma grande influência no desenvolvimento da produção em massa, especialmente no contexto do Fordismo. Embora muitas de suas características tenham sido criticadas e superadas, alguns princípios do taylorismo ainda são aplicados em algumas áreas, buscando otimizar a eficiência e a produtividade. 

   FORDISMO

  O Fordismo foi um sistema de produção em massa criado por Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, em 1914, com o objetivo de reduzir o tempo e custo de produção de veículosCaracterizado pela linha de montagem e especialização do trabalho, o Fordismo revolucionou a indústria automobilística e se tornou um modelo para outras indústrias. 

Características:
  • Linha de montagem:
    As peças eram transportadas por esteiras rolantes, e cada trabalhador realizava uma tarefa específica, otimizando o processo produtivo. 
  • Especialização do trabalho:
    Os operários eram designados para funções específicas, aumentando a eficiência e a velocidade da produção. 
  • Produção em massa:
    O Fordismo visava a fabricação de grandes quantidades de produtos padronizados, com foco na redução de custos. 
  • Automatização:
    A introdução de máquinas e equipamentos agilizou o processo produtivo e reduziu a necessidade de mão de obra manual. 
  • Trabalho repetitivo:
    A especialização e a linha de montagem levaram a trabalhos repetitivos e monótonos para os operários. 
Vantagens:
  • Redução de custos:
    A produção em massa e a eficiência da linha de montagem reduziram os custos de produção.
  • Aumento da produtividade:
    A especialização e a automatização aumentaram a capacidade de produção.
  • Disponibilidade de produtos:
    A produção em massa tornou os produtos mais acessíveis para um número maior de pessoas. 
Desvantagens:
  • Trabalho repetitivo e monótono:
    A especialização excessiva levou a trabalhos repetitivos e pouco estimulantes para os operários.
  • Baixa qualificação:
    Os trabalhadores eram especializados em tarefas específicas, o que limitava sua capacidade de aprender novas habilidades.
  • Crises:
    O Fordismo enfrentou crises devido à sua rigidez e à dificuldade de se adaptar às mudanças no mercado. 
Declínio:
A partir da década de 1970, o Fordismo começou a entrar em declínio, devido a fatores como: 
  • Crises do petróleo: Aumento dos custos de produção devido à alta no preço do petróleo. 
  • Surgimento do Toyotismo: O sistema de produção japonês, mais flexível e adaptado às demandas do mercado, ganhou destaque. 
  • Mudanças no mercado: As demandas por produtos mais diversificados e personalizados cresceram, o que dificultou a produção em massa do Fordismo. 
Em resumo, o Fordismo foi um sistema de produção que revolucionou a indústria, mas que enfrentou desafios e foi gradualmente substituído por modelos mais flexíveis e adaptados às novas demandas do mercado. 

   TOYOTISMO

 O toyotismo é um sistema de produção industrial que surgiu no Japão, na década de 1970, e se tornou uma alternativa ao fordismoEle se destaca pela produção sob demanda, conhecida como just-in-time, buscando eliminar estoques excessivos e otimizar recursos, resultando em maior flexibilidade e eficiência. 

Características principais do toyotismo:
  • Produção sob demanda (just-in-time):
    A produção é realizada conforme a demanda do mercado, evitando o acúmulo de estoque. 
  • Redução de desperdícios:
    O foco na eficiência leva à eliminação de perdas em todas as etapas do processo produtivo. 
  • Flexibilidade:
    O sistema permite adaptação rápida às variações da demanda e diversificação de produtos. 
  • Melhoria contínua (Kaizen):
    O toyotismo busca constantemente aprimorar os processos produtivos através da participação dos trabalhadores e da busca por soluções inovadoras. 
  • Trabalho em equipe:
    A valorização do trabalho em equipe e a participação dos funcionários são cruciais para o bom funcionamento do sistema. 
  • Respeito aos trabalhadores:
    O toyotismo busca criar um ambiente de trabalho que valorize o bem-estar e o desenvolvimento dos funcionários. 
Origem e contexto histórico:
O toyotismo surgiu na Toyota, empresa automobilística japonesa, como resposta às necessidades do mercado japonês e como alternativa ao fordismo. O modelo se difundiu mundialmente a partir da década de 1970, impulsionado pelas crises do petróleo e pela necessidade de maior eficiência e flexibilidade produtiva. 
Diferenças em relação ao fordismo:
  • Enquanto o fordismo priorizava a produção em massa e o acúmulo de estoques, o toyotismo busca a produção sob demanda e a redução de estoques. 
  • O fordismo era caracterizado pela rigidez e pela divisão do trabalho, enquanto o toyotismo valoriza a flexibilidade e a participação dos trabalhadores. 
  • O toyotismo busca a melhoria contínua dos processos, enquanto o fordismo era mais rígido em relação às mudanças. 


Tipos de Indústria

Dá-se o nome de indústria ao conjunto de atividades que transformam a matéria-prima em mercadoria. Em sentido mais amplo, concebemos indústrias por três meios: artesanato, que tem como base intensa atividade manual de artesão, manufatura, como emprego de máquinas simples e ferramentas, mas igualmente com manipulação manual; e a maquinofatura, ou seja, a introdução das máquinas no processo produtivo, prática implementada a partir da primeira Revolução Industrial. Chamamos a indústria moderna de indústria de transformação por ser caracterizada pelo uso intenso de maquinofatura.

Há vários critérios para classificar uma indústria, mas o mais usual é aquele que de acordo com o tipo de produção. assim, podemos classificar a indústria de transformação em:

Industria de Bens de Produção: Também chamada de indústria de base, são enquadradas nesse setor as siderúrgicas, as metalúrgicas, os setores petroquímicos e ferreiro, o cimento, entre outros. Em geral, transformam grande volume de matéria-prima em insumos industriais, como o aço ou laminado. São as indústrias que abastecem outras indústrias, ou seja, não têm a sociedade civil como compradora de seus produtos, e sim outras empresas.

Indústria de bens de capital: Também chamada de Bens intermediários, a finalidade dessas indústrias é produzir máquinas e equipamentos para as demais, como a indústria mecânica ou de autopeças. Localiza-se, normalmente próximas aos grandes centros de consumo.

Indústria de Bens de Consumo: Atende diretamente a sociedade civil e é subdividida em:

Bens de consumo duráveis: produz gêneros de longa durabilidade, como indústria automobilística e eletrônica.

Bens de consumo não-duráveis: produz gêneros de vida útil curta, como o setor de alimentos, têxteis, bebidas, entre outros.


Podemos classificar as indústrias de acordo com o grau de uso tecnológico. Nessa classificação, temos as indústrias tradicionais com baixa tecnologia e forte contingente de mão-de-obra, como o setor de bebidas, as dinâmicas, com tecnologia avançada e alta qualificação de mão de obra, como a robótica ou microeletrônica.

GEOGRAFIA EM REDE, 2º ano , 2016.

     

     


O QUE DIZER

  o que quero dizer com isso  é perdi tantos e tantos anos da  minha vida estando muito exausta/ cansada de fome/ deprimida/ triste demais p...