quarta-feira, 30 de abril de 2025

POPULAÇÃO BRASILEIRA

Quantos brasileiros vivem fora do país? - 22/06/2018 - UOL Notícias


O Brasil é o quinto país mais populoso do mundo. O último censo demográfico realizado em 2010 revelou que éramos, à época, 190.755.799 de brasileiros, um crescimento de 12,3% em relação ao penúltimo Censo , realizado em 2000. Desses . quase 84% vivem nas cidades e poucos menos de 16%, no campo. Essa população sobre uma área de 8.515.692Km2 resultou em uma densidade demográfica de 22,43 hab./Km2. Em 2014, a densidade demográfica era de 23,72 hab./Km2.

A heterogeneidade é uma arca da densidade nacional, pois a população está distribuída de forma irregular no espaço geográfico brasileiro. Essa situação vem desde o processo de colonização, quando se iniciou o desenho da nítida concentração que se observa na porção oriental, numa faixa se aproximadamente 200 quilômetros entre o litoral e o interior.


Unidade 3 7º ano - População do Brasil



          O órgão oficial responsável pelo levantamento estatístico e pela apuração das condições do povo brasileiro é o IBGE, fundado em 1937 no governo Vargas. Mas desde 1872, ainda no período do imperial, o levantamento é feito por meio de recenseamentos, realizados de 10 em 10 anos. Esses dados são fundamentais para o conhecimento da realidade nacional e a elaboração de política públicas.

A ESTRUTURA ETÁRIA BRASILEIRA

            
           A representação gráfica da estrutura etária e por sexo se dá pela pirâmide etária, que permite compreender a dinâmica e o padrão demográfico do país. No caso do Brasil, sabemos que a pirâmide etária está passando por um acentuado processo de transformação por causada segunda fase da transição demográfica que ora se observa no país.
          O contínuo e acentuado estreitamento da base , verificado nos últimos censos, revela a queda da natalidade e a queda percentual de jovens e crianças no conjunto da população, ao mesmo tempo que o corpo e o ápice da pirâmide tornam-se gradativamente mais largos. 
            Quanto ao gênero, há no Brasil um ligeiro predomínio da população feminina: 96 homens para cada 100 mulheres. Acentua-se, a tendência histórica de predomínio feminino no conjunto da população, com uma variação regional; por exemplo, a Região Norte é a única em que a população masculina predomina sobre a feminina. isso se explica, em grande parte , pelas migrações internas.
              Apesar de o ritmo estar declinando constantemente, a população brasileira seguirá crescendo; as projeções apontam que isso se dará até meados de 2030. No entanto, o último senso ( 2010) acusou um grupo particular da população brasileira que já apresenta redução absoluta: a população com menos de 20 anos. Isso significa que daqui por mais adiante a população brasileira será composta cada vez mais de grupos etários com mais idade, ou seja, o Brasil envelhecerá.


RELAÇÕES INTERNACIONAIS



Chamamos de sistema internacional o conjunto de Estados existentes. Os estados estão organizados em territórios delimitados por fronteiras, onde exercem soberania e não obedecem a nenhuma instância de poder. 

No âmbito externo às fronteiras dos Estados, não existe uma entidade soberana que detenha o monopólio do poder mundial, uma única voz que se projete sobre o sistema internacional.

Muitos atribuem à Organização das nações Unidas (ONU) esse papel, mas é um equívoco, pois, como veremos a seguir, a função e os objetivos da ONU são de outra ordem, muito embora a entidade seja importantíssima na manutenção da paz mundial. Como todo Estado é soberano no interior de suas fronteiras, a ONU ,  em tese, não pode, inclusive, optar por não pertencer à Organização, como foi até há alguns anos o caso da Suíça, que aderiu à ONU apenas em 2002.

Uma vez que não há uma entidade soberana que exerça o domínio sobre o poder mundial, torna-se necessário que os Estados busquem a coexistência pacífica para que possam conviver harmoniosamente dentro do sistema. Essa necessidade de convivência em uma sociedade global deu origem ao termo comunidade internacional, tão difundido na mídia. No entanto, nem sempre se alcança êxito na busca da coexistência pacífica; surgem, então, as guerras.


         A atual concepção de Estado moderno originou-se entre os séculos XVI e XVII, na Europa, quando foram estabelecidos os primeiros Estados soberanos, representando um povo específico sobre um território delimitado. Esses estados passaram a ter o contato entre si, a se relacionar. No ano de 1648, com a assinatura do Tratado de Westphália, também conhecido como Paz de Westphália, nascia o sistema interestatal, de limites entre os Estados. A Igreja e os impérios começaram a si enfraquecer. Surgia uma nova forma de organização espacial de poder político. Esse tratado trazia consigo a concepção do estado territorial, ou seja, um novo tipo de Estado, o Estado moderno, que passou a ter territórios demarcados por fronteiras definidas e governos desvinculador do poder da Igreja. Surgiu a noção de país.
          O sistema territorial contemporâneo é marcado por uma forte interdependência entre os Estados, particularmente em questões de economia num mundo em que o mercado global assume proporções antes jamais vistas. Além dos Estados, o sistema internacional é formado por uma série de organismos internacionais, como o Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização Mundial do Comércio (OMC), Organização Mundial do Comércio (OCDE), entre outros.
          Não há uma interpretação unânime quanto ao atual estágio de interação que assumiu a comunidade internacional. Para alguns estudiosos, o grau de dependência econômica que caracteriza os Estados é algo positivo, pois permite o aumento de riquezas e dá uma forte dimensão de liberdade e conectividade entre os povos, quando se pretende maximizar as relações comerciais em busca da produtividade e eficiência. Trata-se de uma perspectiva fundamentalmente liberal.
         Outros, no entanto, entendem que tal relação de interdependência é negativa , pois acentua a diferença entre os países, aumentando o fosso da desigualdade, uma vez que há uma clara relação de exploração dos países pobres pelos ricos nas trocas comerciais.
         No estudo das relações Internacionais há correntes teóricas que entendem o sistema internacional de forma distinta , entre as quais se destacam duas escolas. A realista tem uma interpretação hobbesiana do sistema internacional, ou seja, entende-o como um campo conflituoso no qual as relações não permitem maiores cooperações entre os Estados, uma vez que estão sempre em busca de poder. Nessa perspectiva, todo Estado tem dois objetivos.: primeiro, a autodefesa, ou seja, garantir a sobrevivência; segundo, sobrepor-se aos demais Estados. Essa escola advoga a tese de que o sistema internacional traz em sua natureza uma perspectiva anárquica.
         Já a escola neoliberal entende o sistema internacional como passível de cooperação entre os Estados, em que o aspecto econômico pode preponderar sobre o político-militar. Ou seja, os neoliberais tem uma perspectiva cooperativa do sistema internacional, ao passo que os realistas entendem como em permanente conflito.
          Este é o debate vigente nas relações internacionais: um mundo que flutua entre a guerra e a paz, entre o conflito e a cooperação.
            Vimos, portanto , que o sistema internacional é um agrupamento de entidades, politicas independentes, os Estados. E, para melhor compreendermos como se dão essas relações internacionais, precisamos conhecerem pouco mais sobre o Estado - categoria política central das ciências humanas.

O ESTADO

     O Estado é o organismo político máximo de uma sociedade, a base de qualquer organização social. Nos dias atuais , a maioria das sociedades está organizada em torno do estado, que são unidades políticas, territoriais e autônomas que contemplas praticamente toda a população mundial. Todos nós estamos inseridos e ligados a um Estado, chamamos de país, do qual somos cidadãos. Os Estados têm o monopólio do poder político no interior de suas fronteiras, pois são unidades soberanas e autoridade máxima. Talvez você não perceba, mas o seu dia a dia obedece a um conjunto de regras estabelecidas por esse agente político.
     Há ao menos cinco valores básicos e imprescindíveis que o estado deve defender e garantir: ordem, segurança, liberdade, justiça e bem-estar. Por exemplo, a sociedade espera que o estado cumpra a função de assegurar a segurança interna e externa. Internamente, o estado deve impor leis garantidoras da segurança,pois, senão, pode ocorrer barbárie. No plano exterior , vivemos em um mundo formado por Estados armados e há risco de uma eventual ameaça externa. A maioria dos países apresenta um comportamento pacífico e amigável no sentido de coexistência perante os demais, mas o passado e o presente estão repletos de exemplos no sentido oposto.
     O Estado tornou-se categoria teórica central das ciências humanas. Ele está no centro de obras clássicas dos filósofos políticos , como O Príncipe, de Maquiavel, O Leviatã, de Hobbes, ou O Contrato Social, de Rossseau. Uma das vertentes da Geografia, a geopolítica, foi concebida a partir do Estado.
     A origem do Estado moderno está na Europa, particularmente na Revolução Francesa(1789), embora as primeiras manifestações de formação estatal tenham ocorrido antes. Posteriormente, esse tipo de organização social e política se tornou hegemônico em todo o mundo. Nessa discussão, três são as categorias políticas que caminham indissociavelmente ligadas: Estado, nação e território.
     Apesar de encontrarmos nas civilizações grega e romana as primeiras nuances de Estado ocidental, quando surgiram as primeiras expressões da política como democracia, república, senado ou tirania, é na transição do feudalismo para o capitalismo durante os séculos XIII e XIV que encontramos um delineamento mais claro da formação dos Estados que perdura até os dias atuais. A passagem do sistema feudal para o absolutismo mercantil rompeu com a fragmentação territorial de até então, dando origem ao Estado territorial, delimitado por fronteiras. O marco que consolida o Estado são as revoluções burguesas, particularmente a Francesa, que originaram uma nova noção de soberania, catalisada na figura do estado, esse instrumento da sociedade. Cai a imagem do Estado absolutista sintetizado na máxima de Luís XIV, "O Estado sou eu", e ascende o Estado burguês.

       Há interpretações diferentes sobre o papel do estado no conjunto da sociedade. muitos o veem como o elo da nação e dão a ele um sentido patriótico.Para outros, o o Estado tem função administrativa: cuidar do bem-estar, como a previdência e a saúde, por exemplo.Já numa terceira dimensão, é visto como colaborador de leis e zelo da ordem. Na prática, o Estado se incumbe simultaneamente de todas essas situações, pois detém o poder político e garante a ordem, uma vez que define a  inquestionabilidade do sistema.

         É importante observar a diferença entre Estado e governo, conceitos próximos e que geram certa confusão. Existem inúmeras discussões e definições teóricas sobre isso, mas podemos afirmar que o Estado é a estrutura de poder e representa um povo que habita em um território, enquanto governo é o grupo de pessoas que está temporariamente administrando o Estado. Numa democracia, o governo é eleito para administrar o Estado, normalmente por meio de eleições na quais as pessoas que pretendem governar se organizam em partidos políticos para fazê-lo. Pressupõe-se, portanto, que o governo seja passageiro, transitório, podendo ou não ser reeleito e permanecer mais tempo à frente do Estado. Num regime totalitário, é comum o governo perpetuar-se à frente do Estado.

         O Estado pode organizar-se como regime monárquico, como no Reino Unido e na Espanha, que são monarquias parlamentares. A outra possibilidade é a república; nesse caso, pode ser uma república presidencialista, como no Brasil e estados Unidos, ou república parlamentarista, como França e Israel.Reis e presidentes são comumente chefes de Estado, enquanto primeiros-ministros são chefes de governo; no presidencialismo, o presidente é chefe de estado e de governo. As opções de regimes e sistemas variam de país para país.

Em todas as sociedades, ter o controle do estado é ter o poder. Logo, quando um grupo de pessoas ou um segmento da sociedade se instala no estado, dá as diretrizes e dita a condução da sociedade por meio das várias funções do Estado. Igualmente, o Estado tem conotação de poder econômico por ser responsável pela construção das principais infraestruturas do país. O mesmo vale para o perfil ideológico, uma vez que por meio do Estado realiza-se a construção do tecido social.

ESTADO E NAÇÃO
         O historiador Eric Hobsbawm, um dos maiores estudiosos sobre os significados do terno "nação", reconhece a dificuldade em definí-lo. Segundo ele, nação é um conjunto de indivíduos que se reconhecem como tal e se veem como "nós", sabendo identificar quem são os que não pertencem ao grupo, o "eles". A língua, a etnia, a história comum, a religião, entre outros elementos, propiciam a construção de uma identidade.
        
         Os últimos trinta anos forma marcados por um paradoxo: ao mesmo tempo em que a globalização anuncia certa homogeneização do espaço geográfico por meio da integração econômica, fortes movimentos nacionalistas afloraram e culminaram em separatismos. Europa e Ásia concentram as ocorrências mais violentas. E é exatamente no território em que o antagonismo se materializa, num embate entre a globalização que procura a homogeneização e o nacionalismo que tende à fragmentação.
 




FONTE: Geografia em Rede, Edilson Adão e Laercio Furquim Jr. Vol. Único, parte III.

terça-feira, 29 de abril de 2025

O QUE È SER FELIZ?

A decisão de ser feliz - Mundo das Mensagens


O QUE É SER FELIZ?



A vida é uma grande universidade, mas pouco ensina a quem não sabe ser um aluno...


Ser feliz não é ter uma vida isenta de perdas e frustrações. É ser alegre, mesmo se vier a chorar. É viver intensamente, mesmo no leito de um hospital. É nunca deixar de sonhar, mesmo se tiver pesadelos. É dialogar consigo mesmo, ainda que a solidão o cerque.


É ser sempre jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem. É contar histórias para os filhos, mesmo se o tempo for escasso. É amar os pais, mesmo se eles não o compreenderem. É agradecer muito, mesmo se as coisas derem errado. É transformar os erros em lições de vida.


Ser feliz é sentir o sabor da água, a brisa no rosto, o cheiro de terra olhada. É extrair das pequenas coisas grandes emoções. É encontrar todos os dias motivos para sorrir, mesmo se não existirem grandes fatos. É rir de suas próprias tolices.


É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções. É ter amigos para repartir as lágrimas e dividir as alegrias. É ser amigo do dia e um amante do sono. É agradecer a deus pelo espetáculo da vida... Quais dessas características você possui?


Quem conquista uma vida feliz? Será que são as pessoas mais ricas do mundo, os políticos mais poderosos e os intelectuais mais brilhantes?


Não! São os que alcançam qualidade de vida no palco de sua alma. Os que se libertam do cárcere do medo. Os que superam a ansiedade, vencem o mau humor, transcendem os seus traumas. São os que aprendem a velejar nas águas da emoção. Você sabe velejar nessas águas ou vive afundando?




Autor: Augusto Cury- Dez Leis Para Ser Feliz

PAÍSES DESENVOLVIDOS

TEXTO I

Países desenvolvidos


Os países desenvolvidos são nações em que o desenvolvimento econômico e industrial está associado ao um padrão de qualidade de vida elevado. Por esta definição, percebemos que um país para ser classificado como desenvolvido, depende de bons indicadores econômicos e sociais e não apenas de um grande volume de produção industrial e econômica.
Desenvolvimento econômico e social

O elevado grau de industrialização e a reduzida dependência financeira são as principais características econômicas dos países desenvolvidos. Ter economia estável e em crescimento distingue estes países dos considerados subdesenvolvidos.


Embora os indicadores econômicos tenham peso significativo na classificação dos países quanto ao desenvolvimento, esta não é condição única para colocar uma nação, no seleto grupo dos países considerados desenvolvidos. Elevada expectativa de vida e baixas taxas de mortalidade infantil, por exemplo, são atributos que as nações desenvolvidas devem ter.
Características dos países desenvolvidos
As nações listadas na categoria de países com alto nível de desenvolvimento, não revelam o mesmo padrão de vida e nem a mesma condição econômica. No entanto, existem particularidades comuns à nações desenvolvidas. Vejamos:
Algumas foram nações colonizadoras, no período de expansão do capitalismo comercial.
Significativa parcela do PIB – Produto Interno Bruto é constituído por atividades econômicas ligadas à indústria, comércio e serviços.
Agricultura é especializada e há grande investimento em mecanização e tecnologia.
Possuem balança comercial favorável – importam produtos agrícolas e primários e exportam produtos industrializados.
No cenário global, ocupam posição de dominação econômica – as nações menos desenvolvidas dependem tecnológica e economicamente desses países.
A ciência e tecnologia são prioritárias e por isso, desenvolvidas. Há investimento público e privado expressivo em pesquisa.
As redes e serviços de transporte e comunicação são avançados e eficientes.
A população é altamente urbanizada e por isso, a concentração de pessoas nas atividades agropecuárias é reduzida.
As taxas de escolarização são elevadas e o analfabetismo é reduzido, se comparados aos países subdesenvolvidos.
As cidades possuem boa infraestrutura de mobilidade, lazer, moradia e segurança.
Com exceção de alguns países, como os Estados Unidos, o crescimento populacional é bastante reduzido. As taxas de fecundidade também são baixas.
Taxas reduzidas de mortalidade infantil e elevadas de expectativa de vida são típicos desses países com padrão de vida superior.

Quais são os países desenvolvidos?

No continente americano: Canadá e Estados Unidos
No continente asiático, países como: Japão, Rússia, Singapura, Coreia do Sul e Taiwan.
Na Oceania, as ilhas da Nova Zelândia e Austrália.
Continente Europeu: Países da Europa Ocidental como Inglaterra, França, Alemanha, Suíça, Áustria, Mônaco, Holanda entre outros.

Embora o título “país desenvolvido” seja designado com base em múltiplos fatores, nenhum país da América Latina ou do Continente Africano está classificado no grupo das nações desenvolvidas.

A China possui o segundo maior PIB do mundo – no topo da lista está os Estados Unidos – mas não é, em geral, colocada na categoria dos países desenvolvidos por ainda possuir indicadores sociais reduzidos.
Há pobres nos países desenvolvidos?

Embora as nações desenvolvidas possuam elevado padrão de vida, nesses países também existem problemas sociais, como violência, analfabetismo, fome e mortalidade infantil. O que difere esses países dos subdesenvolvidos é que a quantidade de pessoas vivendo em condições precárias é muito inferior às encontradas nos países pobres. Além disso, em geral, são asseguradas algumas necessidades básicas – como alimentação e acesso à educação - à população de baixa renda.

Bibliografia:

Geografia Espaço e Vivência – 8°Ano - Levon Boligian...[et al] – São Paulo: Saraiva, 2015

ONU – Pnud - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano – Relatório Desenvolvimento Humano – 2015. Disponível em: http://report.hdr.undp.org/


Revista Exame - http://exame.abril.com.br/mundo/os-25-paises-mais-desenvolvidos-do-mundo/


TEXTO II


Países Desenvolvidos

Um país desenvolvido reúne uma série de condições que resultam em indicadores positivos para a vida da população.

Características

  • Elevado rendimento per capita da população
  • Elevado e amplo nível de educação da população
  • Taxas de crescimento altas
  • Níveis muito baixos de mortalidade
  • Oferta de emprego nos setores da indústria
  • Produção para abastecimento interno e exportação
  • Elevado nível de urbanização
  • Equidade dos níveis de saúde
  • Baixa diferença de rendimentos entre mais ricos e pobres

Índice de Desenvolvimento Humano

O principal instrumento para definir se um país é desenvolvido ou não é o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Esse índice é levantado pela ONU (Organização das Nações Unidas) desde 1990, em 188 países.
O IDH é avaliado pela média de três indicativos de desenvolvimento humano alcançado por um país:
  • Vida: longa e saudável. É medida pela esperança de vida ao nascer.
  • Escolaridade: é medida pela taxa de alfabetização dos adultos e das crianças em ensino fundamental. Pela média, dois terços dos adultos devem ser alfabetizados e um terço das crianças deve estar na escola.
  • Padrão de vida: é medido pela combinação do PIB (Produto Interno Bruto) per capita com o PCC (Paridade do Poder de Compra). Ambos são avaliados em dólares norte-americanos.
O órgão da ONU que avalia o IDH é o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).
Para avaliar o IDH, o PNUD considera quatro faixas de desenvolvimento que são:
  • Desenvolvimento humano muito alto
  • Desenvolvimento humano alto
  • Desenvolvimento humano médio
  • Desenvolvimento humano baixo

Lista dos Dez Países mais Desenvolvidos

Os dez países mais desenvolvidos do mundo até 2015, pelos critérios do PNUD são:

PaísIDH
1 - Noruega0,944
2 - Austrália0,935
3 - Suíça0,930
4 - Dinamarca0,923
5 - Países Baixos0,922
6 - Alemanha0,916
7 - Irlanda0,916
8 - Estados Unidos0,915
9 - Canadá0,913
10 - Nova Zelândia0,913

HINO AO SOL



Sol!
Divina
oficina
Da luz!Crisol
Claro, onde se apura
O ouro ideal que fulgura
No céu, de brilho imortal!
Sol! alquimista universal;
Químico eterno que, em áureo vaso,
Combina pela aurora e pelo acaso
Cores e vapores pelos céus de anil;
Ourives da ilusão, da Vida e da Beleza,
de joias adornando a Virgem-Natureza;
Gênio da Arte Excelsa que com o teu buril
Crias a perfeição em toda parte;
mestre supremo dos deuses da arte,
Guia e protege o artista exul
Que, ante o ouro fosco do azul,
Uma só glória aspira:
Fundir sua lira,
Pelo arrebol,
Ao teu hino,
Divino
Sol!

Fonte: Zodíaco- Da Cosca e Silva

A BAILARINA



Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.

Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.

Não conhece nem mi nem fá
Mas inclina o corpo para cá e para lá.

Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda, com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.

Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.

Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.

(Poesia de Cecilia Meireles, Ou Isto ou Aquilo, Ed. Nova Fronteira)

O LEÃO E O MOSQUITO


O QUE DIZER

  o que quero dizer com isso  é perdi tantos e tantos anos da  minha vida estando muito exausta/ cansada de fome/ deprimida/ triste demais p...